The Textile Lab

Posts Tagged "dica"

Algodão doce

Posted by on Dec 21, 2011 in Blog | 1 comment

Kid Seta, da Cascade Yarns. 70% mohair + 30% seda Os mesmo de estar passando a mão na Juju: super macio. Mas bem chatinho de se trabalhar…

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Como se não tivesse trabalho o suficiente…

Posted by on Dec 19, 2011 in Blog | 3 comments

… a gente se dá mais alguns. Sábado teve brunch na Pintar e Bordar. E como é que a gente vai lá na loja, com toda a atenção do Cris e do Luís, e não leva nem um novelinho? Não dá, não dá… É muita coisa boa e muito boa a acolhida. 🙂 E de lá vieram dois novelos de Jawoll Magic, para fazer um xale (Faraway So Close, de novo, para a minha mãe), e um novelo de Superba na cor jeans para...

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Quase…

Posted by on Dec 14, 2011 in Blog | 1 comment

Eis aqui o tal do colete do cunhado, mencionado no post anterior. Estava mega tensa com as proporções, mas hoje trouxe aqui para o trabalho para um colega experimentar. E super rolou! 🙂 Então, fica a dica: FAÇA AMOSTRA! E, principalmente, CONFIE NELA!  Na foto, ainda faltam os acabamentos das mangas e do pescoço. O do pescoço eu já fiz, logo depois da foto. E deu certo. O decote ficou menor do que eu queria, mas ok. Nada muito...

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Tirando amostra

Posted by on Dec 12, 2011 in Blog | 5 comments

A Barbara Walker foi quem disse: “uma vez que você aprendeu a fazer meia e tricô e a tirar uma amostra, não tem porque seguir as receitas dos outros”. Eu super concordo. Na verdade, minha concordância veio de um trauma. Quando eu comecei a tricotar, tentei fazer receitas das revistas nacionais, que, como sabemos, não prezam muito pela qualidade e veracidade das informações ali. Os resultados foram desastrosos – tanto que eu nunca tirei nenhuma foto do que fiz no...

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Broches improvisados para xales

Posted by on Nov 14, 2011 in Blog | 0 comments

Mês passado dei de presente para minha amiga no trabalho uma estola. Ela nunca teve uma e não sabia como usar, aí eu mostrei e expliquei que, para segurá-la melhor nos ombros, ela podia usar um broche. Como aqui no Brasil não é tão fácil achar aqueles pins que a gente vê nas lojas lá fora (até em Buenos Aires tem aos montes), falei também que dava para usar uma piranha bem bonita. Aí, um mês depois era o meu niver. Quando voltei de viagem, ela me deu de presente três piranhas...

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