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Posts Tagged ‘cartório’

Cenas do casamento – uma fotonovela em 11 quadros

Written on January 20th, 2010 by The Bride5 shouts

Esperando a nossa vez….

Esperando casar.JPG

Mão boba.JPG

Aí chegou a nossa vez: Momento Alianças

Momento alianças.JPG

Agora pode beijar a noiva

Agora pode beijar a noiva

E quando a gente deu fé, estávamos casados (óia a minha cara de choro!)

E aí a gente tava casado.JPG

Bambolê de otário

Noiva solidária

Noiva solidária.JPG

A foto oficial

A foto oficial

A outra foto oficial

A outra foto oficial

Mamãe, eu quero bem casado

Mamãe eu quero doce.JPG

Happy ever after

O casamento

Written on January 19th, 2010 by The Bride2 shouts
Sim, eu sei que estou devendo mais fotos que aquelas tiradas no celular, então por ora você vai ter que acreditar na minha palavra: o casamento foi INCRÍVEL!
Acordei sábado de manhã morta de sono depois de uma semana muito estressante. Beth chegou lá em casa às 7h20 e fomos ao salão. (Ela fez o making off hihihihi)
Saí do salão insegura. Estava achando tudo muito exagerado, mas como a Elisabeth disse que estava bom, eu acreditei, afinal a Elisabeth é a Elisabeth. Aí, corre para se arrumar em 20 minutos.
Depois de pronta, ainda liguei para o Matheus, para ele descobrir se o noivo já tinha chegado no cartório. É que eu tinha dito para o Rafa que se eu chegasse lá antes dele, eu dava meia volta e ia para casa. Mas ele já tinha chegado.
Eu estava super insegura de tudo, da roupa, do cabelo, da maquiagem. Achava que ia chegar lá e o Rafa ia fazer uma cara de “bleargh” e sair correndo. Mas não! Ele achou tudo lindo, para o meu grande alívio.
Aí, esperamos os padrinhos chegarem e fomos lá para a frente da juíza. Eu adoooooro essa coisa de rituais e ainda mais perceber que existem pessoas especializadas neles, como a nossa juíza. Combinamos tudo, troca de alianças, o que falar, como ia ser, em 30 segundos ou menos. A juíza era a diretora de cena, dizendo onde eu ia ficar me pedindo para posicionar o corpo mais assim, para olhar mais em direção a câmera…. muito engraçado.
Na hora de posicionar os meus padrinhos, ela queria colocar minha mãe ao lado do meu amigo, e eu tive de explicar que eram dois homens mesmos que tinham que estar ali.
Aí, a cerimônia começou. A mulher abriu a boca e as lágrimas (as minhas) começaram a descer. Nem olhei para o Rafa porque aí não tinha fixador de maquiagem que pudesse dar jeito. Ele só me esticou o lencinho. Chorei, disse sim, trocamos alianças e a juíza decretou que a gente era finalmente marido e mulher.
Aí, nessa hora, me passou pela cabeça “acaboooooooooooouuuuuuuuuu!!! É tetraaaaaaaa” ou qualquer outra emoção do tipo.
Viemos fazer uma horinha aqui em casa, inaugurar as xicrinhas psicodélicas que eu tinha ganhado do povo do meu trabalho e fomos à comemoração oficial. Nunca me diverti tanto na minha própria festa. Uns 70% da festa eram de pessoas das famílias, os demais, nossos amigos. Todas pessoas muito próximas. O lugar era lindo, a comida uma delícia… saímos do restaurante quase 19h, todo mundo bêbado e feliz.
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Moral da história: não importa se o seu casamento é uma festa tradicional ou não. Case, porque casar é muuuuuito divertido :)

Noivinhos Sim, eu sei que estou devendo mais fotos que aquelas tiradas no celular, então por ora você vai ter que acreditar na minha palavra: o casamento foi INCRÍVEL!

Acordei sábado de manhã morta de sono depois de uma semana muito estressante. Beth chegou lá em casa às 7h20 e fomos ao salão. (Ela fez o making off hihihihi)

Saí do salão insegura. Estava achando tudo muito exagerado, mas como a Elisabeth disse que estava bom, eu acreditei, afinal a Elisabeth é a Elisabeth. Aí, corre para se arrumar em 20 minutos.

Depois de pronta, ainda liguei para o Matheus, para ele descobrir se o noivo já tinha chegado no cartório. É que eu tinha dito para o Rafa que se eu chegasse lá antes dele, eu dava meia volta e ia para casa. Mas ele já tinha chegado.

Eu estava super insegura de tudo, da roupa, do cabelo, da maquiagem. Achava que ia chegar lá e o Rafa ia fazer uma cara de “bleargh” e sair correndo. Mas não! Ele achou tudo lindo, para o meu grande alívio.

Aí, esperamos os padrinhos chegarem e fomos lá para a frente da juíza. Eu adoooooro essa coisa de rituais e ainda mais perceber que existem pessoas especializadas neles, como a nossa juíza. Combinamos tudo, troca de alianças, o que falar, como ia ser, em 30 segundos ou menos. A juíza era a diretora de cena, dizendo onde eu ia ficar me pedindo para posicionar o corpo mais assim, para olhar mais em direção a câmera…. muito engraçado.

Na hora de posicionar os meus padrinhos, ela queria colocar minha mãe ao lado do meu amigo, e eu tive de explicar que eram dois homens mesmos que tinham que estar ali.

Aí, a cerimônia começou. A mulher abriu a boca e as lágrimas (as minhas) começaram a descer. Nem olhei para o Rafa porque aí não tinha fixador de maquiagem que pudesse dar jeito. Ele só me esticou o lencinho. Chorei, disse sim, trocamos alianças e a juíza decretou que a gente era finalmente marido e mulher.

Aí, nessa hora, me passou pela cabeça “acaboooooooooooouuuuuuuuuu!!! É tetraaaaaaaa” ou qualquer outra emoção do tipo.

Viemos fazer uma horinha aqui em casa, inaugurar as xicrinhas psicodélicas que eu tinha ganhado do povo do meu trabalho e fomos à comemoração oficial. Nunca me diverti tanto na minha própria festa. Uns 70% da festa eram de pessoas das famílias, os demais, nossos amigos. Todas pessoas muito próximas. O lugar era lindo, a comida uma delícia… saímos do restaurante quase 19h, todo mundo bêbado e feliz.

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Moral da história: não importa se o seu casamento é uma festa tradicional ou não. Case, porque casar é muuuuuito divertido :)

Tudo resolvido

Written on December 28th, 2009 by The Brideno shouts

Ufa!

Já tem mais de uma semana que eu resolvi a última pendência legal para sair o tal do casamento civil, mas tinha esquecido de contar aqui.

Se vocês se lembram bem, a jumentinha aqui, no dia em que foi dar entrada nos proclamas, tinha levado só uma cópia autenticada da certidão de nascimento. Aí, a escrivã não queria aceitar de jeito nenhum. Depois de muito choro, muita vela e a promessa de que eu levaria o documento original que mamãe teria que mandar por correio lá de Fortaleza, a moça aceitou ”proclamar” a gente.

Dia 19 de dezembro (o prazo máximo era 23), sábado, 9h30 da manhã, lá estava eu, entregando o documento.

Ou seja, agora vai. Dia 16 de janeiro, anotem aí.

Cenas do cartório

Written on December 8th, 2009 by The Brideno shouts

 Eu e o Rafa chegando no cartório.

Repare na cara de sono, de ressaca… cara de quem acordou “super afim” de ir a um cartório cumprir burocracia…  

Repara aí que eu mudei mesmo de nome. Agora eu terei três sobrenomes.

Repare que cada um tem os padrinhos que merece. Eu tenho o El e o Matheus :)

Depois a gente foi comer feijoada que a gente merece :)

 

 

16 de janeiro de 2010

Written on December 7th, 2009 by The Bride5 shouts

save the date

Fomos sábado ao cartório, finalmente, cuidar dos trâmites legais do casamento. Quase que não dava certo, isso porque eles exigem a certidão de nascimento original e eu só tenho uma cópia autenticada.

Agora, me digam: se um cartório não aceita a cópia autenticada com selo de outro cartório, para que diabos a gente tem que perder tempo e dinheiro autenticando um documento que entre eles mesmos há discordância sobre a veracidade do mesmo?

Óóóóóóódio de burocracia burra!!!

Felizmente, a escrivã que nos atendeu era inteligente e aceitou a minha cópia, contanto que eu leve o original lá até o dia 23 de dezembro. Aí, agora eu estou esperando minha mãe enviar de Fortaleza.

Bom, a data da assinatura dos documentos ficou para 16 de janeiro, isso porque a irmã do Rafael vai viajar nas duas últimas semanas de janeiro. Por isso, antecipamos. Dia 17, que está no save the date acima, será um almoço que os amigos estão organizando para comemorar.

Com a data marcada, ontem a gente foi almoçar na casa da D. Júlia. Já fui logo perguntando: “agora que está tudo oficializado, é quando a senhora vai começar a me destratar, é?”. :)

Uma pausa

Written on November 26th, 2009 by The Brideno shouts

pausaNão, não foi desistência, não, eu juro.

É que o Rafael foi dormir lá em casa e, como ele não se matriculou na academia ainda, não queria deixá-lo sozinho. Aí, terminei não indo.

Como neste finde ele tem um evento, eu vou dar um pulinho lá – se não estiver tão quente – para continuar correndo.
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Os bolinhos da Telinha chegaram ontem. Um mimo tal e qual se ver nas fotos.

Rafa experimentou e lambeu os dedos. Foram aprovados como bolo da festa, só pedi para a Telinha colocar mais recheio, para não ficar muito seco.

Falta definir os bem casados, que serão presentes de casamento da Bia. Ela sugeriu fazer na famosa Conceição, como eu tinha dito. Fui lá no site e fiquei enlouquecida com as opções. A que eu mais gostei, como não poderia deixar de ser, foi uma embalagem de uma rosa vermelha, super dramática, super tango, como eu sou.

O Rafa preferiu um rosinha e um outro cor de terra com uma folha em cima, mas, vamos combinar, não tem nada a ver comigo. Perguntei a meia dúzia de gentes conhecidas o que elas acharam do que eu tinha gostado (eu estava com medo de ser muito over, muito brega), mas parece que agradou. Vamos ver. Ainda não bati o martelo.
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Agora eu estou combinando com os padrinhos para irmos all togheter para o cartório no dia 5/12, que é quando a agenda do Rafael permite. (cof, cof)

“Burrocracia”

Written on November 24th, 2009 by The Brideno shouts

Das coisas que não fazem sentido algum: você sabia que só pode se casar perto de casa?

Pois é. Não é no cartório que você quer. Tem que ser naquele que fica mais perto da casa do casal. O Rafael descobriu isso hoje, quando foi se informar sobre o que era preciso.

Isso me levou a diversos questionamentos:

E se os dois forem apenas casar aqui e se mudar para outra cidade ou outro país? Vão casar onde? No aeroporto?

E se o casal habitar uma residência alugada? Quando o contrato acabar e os dois resolverem mudar de bairro, faz o quê? Transfere a certidão de casamento?

Levando em consideração a importância de se casar no cartório do bairro, isso quer dizer que o documento comprovatório do estado civil só tem validade na região onde o cartório atuar, podendo então os cônjuges casarem várias vezes, inclusive com outras pessoas, desde que em cartórios diferentes?

Ainda, por este caminho, para eu ser casada “valendo” mesmo eu terei que efetuar casamento em todos os cartórios da cidade onde moro?

 

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Agora, sério mesmo: alguém me explique o motivo disso.

Datas – ou “Comecei 2009 Chorando e Terminei 2009 Sorrindo”

Written on November 24th, 2009 by The Brideno shouts

Por incrível que pareça, eu estou calma. Ainda, pelo menos. Irritada, sim, porque existem várias pendências que impedem de outras coisas acontecerem.

Quer ver uma pendência tipo “super básica” ainda por se definir? A data. Pois é, minha gente, A DATA!

Estou vendo a hora a gente ir ao cartório e descobrir que só tem vaga em março. Ou numa segunda-feira de carnaval, quando ninguém mais estiver na cidade. (Mas, aí eu juro, que nem que vá só eu e o Rafa, eu faço o juiz de paz ficar na cidade só para casar a gente.)

Como é que a gente pode fechar o lugar, se a gente não sabe a data? Como é que a gente pode fazer os convites se a gente não sabe a data? Como é que a gente pode encomendar os bem-casados e o bolo, se a gente não sabe a data? Como é que a gente pode mandar gravar as alianças, se a gente não sabe a data? (isso aí a gente já resolveu)

Enquanto isso, eu vou focando no que pode ser feito, independente da data.

Ando vendo os lugares para o almoço, sugestão de menu personalizado, embalagens para os benditos bem-casados, cabelos e maquiagem e tendo idéias, muitas idéias. O vestido já foi comprado, mas está na costureira e só volta no sábado. Não devo postar fotos aqui porque o Rafa já sabe da existência desse blog e, como dá azar o noivo ver a noiva vestida de noiva antes do casamento, eu vou manter as tradições. Ele só sabe que é dourado – é dourado, eu juro! Para aumentar o suspense, eu falei que era de lamê com aplicações de flores de paetê e uma barra em pelúcia… de oncinha. Um mimo :)