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Na fila da castração by The Clara Beauty Latest Photos Hoje desbravamos a zona leste paulistana, rumo à Vila Prudente para levar 5 dos 10 dos nossos gatinhos para serem castrados, as três meninas da foto e mais dois pretinhos.

Clínica ótima, bonitinha, veterinária super simpática. Ela conta que ela e outras 3 médicas castram cerca de 40 a 60 bichos por dia, entre cães e gatos. Isso TODOS OS DIAS. É muito, né?

A gente parafraseia o Martin Luther King e manda um “I have a dream.” e espera que pouco a pouco as pessoas se mexam para castrar os seus bichos. Trabalho de formiguinha, mas o resultado vem.

Para quem não sabe, a prefeitura de São Paulo tem um programa de castração gratuita.

Basta você ir ao CCZ, que fica perto, muito perto da estação Carandiru do metrô (linha azul, zona norte), levando RG, CPF e comprovante de residência. São distribuídas 50 senhas por dia e cada cidadão pode castrar até, no máximo, 10 animais.

Hoje foi o meu dia de testar o serviço.

Tricotando no CCZ Fui com a Sandrinha, chegamos às 8h30 mais ou menos e peguei a senha 17.  Às 9h somos convidados a entrar no CCZ e aí haja espera. Só fui atendida ao meio-dia. Sandrinha, que é super escolada nesses esquemas, tinha levado água e maçã - eu teria levado pão e biscoito se soubesse que ia demorar tanto, mas ok. Levamos o tricô e a espera não foi tão cansativa. Quer dizer, ficamos lá tricotando e falando besteira enquanto centenas de cachorros latiam sem parar. Dó, muita dó dos bichinhos…

Bom, meio-dia o 17 foi chamado (o 16 tinha desistido, graças!) e fui atendida. Apresentei meus documentos, mostrei o nome dos 10 gatos que temos e fizemos os RGA. Como tudo meu já estava organizadinho, o atendimento durou apenas 23 minutos contados no relógio.

Agora temos 15 dias para levar os nossos 10 gatos para a veterinária, que fica na Vila Prudente, a mesma que castrou os bichos recolhidos por outra amiga nossa. Aliás, foi a amiga que nos indicou porque gostou do serviço da médica.

Cansa, mas vale a pena. Economizamos aí uns 500 reais, mais ou menos, e conseguimos registro e coleirinhas para todos - ou seja, se alguém fugir, é só ligar para o CCZ e fornecer o numero da coleira para eles me localizarem e me devolverem o bichinho :)
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Nessas idas e vindas a feiras e conversas nas listas de discussão, descobrimos algumas pessoas que são dignas de admiração.

Soube de uma que faz trabalho em favelas. Ela leva alguém da comunidade até o CCZ, consegue as castrações e depois recolhe os bichos do bairro para castrar e impedir o descontrole populacional de cães e gatos no local.

Quisera eu um dia ter tempo, disposição e principalmente saco para fazer esse trabalho.

Por enquanto eu só tento convencer as pessoas que castrar bichos de estimação é uma NECESSIDADE. E, veja, às vezes esse é um trabalho bem difícil.
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Um lembrete:
você pode ajudar a causa animal, mesmo que não possa adotar um.

Cada gatinho que a gente recolhe, até ficar prontinho para ir para a casa do adotante, passa por uma série de “processos”:

* Castração: R$ 60 reais (fêmea, em média, em veterinários que ajudam protetores)
* Vacina: R$ 50 (quádrupla, preço especial para protetores)
* Anti-pulga: R$ 20 (revolution)
* Ração: R$ 126 (saco de 7,5kg da FIT 32, porque não é porque é um resgatinho que vai comer aquelas porcarias que vendem em supermercado, né? Se é para fazer resgate, bora fazer o trabalho direito)

Extra, dependendo da saúde do bicho: pomada para olho, vitamina, antibiótico, anti-inflamatório (pós-cirurgia), transporte (para levar e trazer da clínica veterinária), até cirurgias.

Então, mesmo que você não queira um bichinho na sua casa, se puder ajudar com algum dos itens acima, me diga. Encaminho para as pessoas que eu conheço (já que eu apenas dou lar temporário, e agora nem mais isso).

Muito obrigada :)

Reprises

Eu aqui me lembrando de uma passeata que eu fui, no tempo que eu ainda ia a passeatas, nos idos anos de 1986, eu acho, em Fortaleza.

Porque Fortaleza tem isso de ser uma cidade de movimentos. E isso está longe de ser uma crítica, muito pelo contrário. Acho que a falta do que fazer, a falta de notícias levam as pessoas a se envolver na vida política do país, tomar partido, acreditar em voto. Enfim, não ser blasé.

Mas voltando a passeata de 1986 na Praça José de Alencar, lembrei agora. Pedindo, pela hóstia, para o Sarney sair da presidência, minha gente, que o homem tinha ocupado a vaga do finado Tancredo e pronto, gostou tanto da  cadeira e da faixa que cadê que ele queria voltar para o Maranhão.

A gente lá, no meio do sol alencarino, por volta das duas da tarde, chamando o Sarney de ditador do Alvorada (até hoje eu lembro da musiquinha!).

E hoje nóis traveiz aqui di novo!
Pedindo pro hômi sair di novo! (Mas agora a gente pede no twitter, para não suar na rua)
Porque lá tá ele fazendo besteira di novo!

Tsc, tsc, tsc…
A gente ri, né? Porque a gente tem o poder de uma mosca morta mesmo. A gente “pede” e ele nem tchuns para a gente.
E não venha me falar de poder do voto, não, que entre um senador e o impeachment do presidente da casa tem muito dinheiro correndo por debaixo da mesa - mais do que eu ganho por mês. E se o processo de cassação for rápido, corre o risco de alguém dizer que foi golpe de estado.
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Todo mundo já viu, que eu sei, mas só hoje eu consegui ver o último capítulo duplo de Lost e por acaso. Óbvio: todo mundo se coçando para saber se tudo explodiu mesmo e o que é o Jacob.

Bom, agora só ano que vem.

Enquanto isso, tem True Blood - porra de série viciante do caramba!

E eu quero essa camiseta aqui, ó.
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Tempo de criar receitas esse de ficar em casa. E parece que mesmo assim tenho emagrecido, de acordo com Waleyshka e o coisinho. Mistério.
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Taking things to the next level (not really in fact), acabei de saber que domingo teremos almoço. Eu, R e a família dele. An-han.
Torcendo para ter torresmo.

A pessoa já tem uma propensão para coisas “inúteis” na vida e o que a amiga da pessoa faz? Colabora apresentando mais coisas inúteis e legais e viciantes.

Pois Elisabeth, a Claudia, me fez o des-favor de me arrumar a primeira temporada completinha de True Blood, a série da HBO que estreou ano passado e eu nem sabia porque não tenho esse canal.

Para quê, meo deos?!?!?!?!

Os últimos dois dias é só o que eu faço no meu tempo livre, que se resume a todas as horas do dia em que eu não estou dormindo.
Mas é o tuuuuuuuuudo!!!
Desde Buffy, eu nunca mais tinha visto outra série de vampiros tããão legal. E essa é mais interessante ainda porque mostra a coexistência entre vampiros e humanos.

Até a personagem principal é legal - lesada, mas legal. Mas o meu personagem favorito é o Lafayette.
Baixe porque vale a pena.

I dont know who you think you are but before the night is through I wanna do bad things with you

Quantos mil posts você já leu sobre telemarketing? Pois vai ler mais um.

Esses dias que eu tenho estado em casa tem chovido ligação no fixo. Só do Amex foram umas 4, seguidas, me oferecendo cartão de crédito. E não adiantava eu avisar que tinham me ligado na véspera porque eles tornavam a ligar no dia seguinte.

Aí, o Amex parou e o Bradesco descobriu o meu telefone.

Eu tenho HORROR ao Bradesco. Porque ok ser banco de pobre, mas vamos ser limpinhos, né? Não vamos dar ao cliente aquele atendimento horrível, aquelas filas intermináveis, aqueles caixas eletrônicos quebrados.

Mesmo assim lá vem o Bradesco veio me oferecer cartão de crédito também. Eu digo que não, obrigada, tudo na maior civilidade porque eu tenho dó da mocinha do telemarketing que está sendo paga para importunar os outros.

Mas aí a mocinha abusa. Insiste. Eu digo “não, obrigada” e o cúmulo da metidez, a criatura pergunta:

- Mas por que a senhora não quer?

Respiro.

- Porque eu já tenho cartão.

- Quais os cartões da senhora tem?

- Pelo meu banco.

- Qual o seu banco?

- Gente! Te interessa? Eu já falei que não quero mais cartões!

- Posso saber do motivo, senhora?

- PORQUE NÃO, Zequinha!!!

E desliguei o telefone. E ela deve tá pensando até agora quem é o tal do Zequinha, porque eu duvido que ela assista Castelo Rá Tim Bum.

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Onde é mesmo que eu tenho que cadastrar meu telefone para não receber mais ligação de telemarketing?

E por que as empresas ainda insistem nisso?

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Já fiz minha matrícula para o segundo semestre da faculdade.

Valha! Será que eu vou mesmo obter uma segunda graduação??? Tá parecendo, né?

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I heart fridays :)

Tempos modernos

Vezinha, eu tô precisando muito de ti, lá no Filial, porque tem coisas que só com três caipiroskas de frutas vermelhas na cabeça é que começam a fazer algum sentido.

Eu ainda não sei porque tanta confusão desde que a Petrobras resolveu antecipar os grandes jornais do país, publicando perguntas e respostas antes.

Quer dizer, eu só consigo atinar para uma coisa: pela primeira vez o entrevistado resolveu não esperar e falou antes. É chato, claro, para quem vende, porque perde o lance da “primeira mão” (Em tempo: alguém ia comprar o tal jornal APENAS por causa dessa entrevista????). Mas a empresa tem direito, sim, já que a) não “roubou” as perguntas - foram enviadas pelo jornal, b) as respostas são dela mesma e se ela quisesse não teria dado ao jornal; e c) ela não cedeu ou vendeu para nenhum outro veículo, e sim para o seu próprio blog.

De novo, a questão aqui é ética, num novo parâmetro: a internet furou o impresso. Mas se os jornais tivessem publicado tudo antes, em seus sites, não teria havido furo. (Olhaí os sinais que a modernidade está mesmo chegando!!!). Ou seja, me parece mais uma dor de cotovelo dos jornais e jornalistas que não pensaram na possibilidade (ou simplesmente a descartaram - ela, a possibilidade) de serem ágeis. Afinal, web 2.0 não é apenas para editores montarem seus blogs de opinião e seus séquitos dizerem amém. Ou é?

Sei não… tá tudo meio complexo demais para a minha cabeça. Deve ser porque agora eu não tenho mais diploma. Acho todo esse bate-boca tãããão enfadonho…
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E a gente espirra, a gente espirra, a gente espirra…
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Eu coração o inverno, mas este ano a minha pessoa tem o direito de não amá-lo tanto assim?

Estou sofrendo dentro de casa. Talvez por isso mesmo, porque dentro de casa é mais frio que na rua.

Dedinhos azuis, nariz escorrendo, dor nos ossos… e eu sonho com temperaturas acima de 25 graus o.O
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Passei!
A menor média ficou mesmo por conta de Geologia (6,5), fechando com 10 em Legislação Ambiental. Zoo ficou com 8,5. Botânica ainda não sei a nota, mas já tinha passado antes mesmo dessa prova - fiz só para melhorar a média.

E é isso. O segundo semestre vem aí e eu vou perder o primeiro mês inteiro de aula :( mas eu não estou reclamando não porque vai ser O TUDO!!!)
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Eu já deveria ter começado a fazer planos, mas acho que vou esperar o resfriado passar.

Atualmente eu só planejo mesmo o que eu vou almoçar e olhe lá.

And so what?

Olhe, eu nem ia falar nada porque… hhhmmm… preguiça de polêmica, sabe? Mas eu já tinha falado isso antes, então, só vou reforçar:

e daí que o diploma de jornalismo não é mais obrigatório?
Eu já tive uma chefe de redação (não vou dizer onde) que era pedagoga. Já pautei alguns repórteres que eram radialistas. Já tive vários colegas de diversos países que nunca estudaram teoria da comunicação. E ok com eles. Eram bons profissionais, ótimos colegas. Eu mesma não sei trabalhar como repórter de televisão como o colega radialista porque na faculdade onde estudei (uma federal!!!) o laboratório estava sempre desativado.

Pior mesmo é ler certas atrocidades cometidas, aí sim, por coleguinhas mesmo. Formados. Com diploma. Eu mesma aí já dei os meus pulinhos e ajudei a engrossar o Febeapá nos meus tempos.

E sabe por que? Porque competência não se aprende na escola e, de fato, jornalismo nunca foi, nem nunca será, curso científico. Assim como também não é o Direito. Nem Administração de Empresas. O primeiro é complicado porque a organização é muito forte. Mas quantos empresários você conhece que nunca passaram pela academia??? E estão por aí, com mais grana no bolso do que eu, com nível superior.
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Mas, bem, o estudo é dispensável? Claro que não.

E, discutindo outro dia com a Vezinha, a gente pensou que o ideal mesmo seria que pessoas formadas em outras áreas (economia, ciências políticas ou sociais, cinema…), se quisessem, fizessem um curso de extensão de 1 ou 2 anos em jornalismo, para se habilitar a escrever sobre ESSES assuntos.

Quem sabe assim a gente lesse menos besteira no mundo???

Aliás, foi por sentir esse enorme vazio de idéias próprias e só repetir a dos outros que eu comecei Biologia, é preciso dizer.
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Só estou torcendo para agora as faculdades de jornalismo pararem de pipocar em todas as esquinas, já que não vão ser mais tão procuradas, e pararem de “formar” (oi?) tanta gente ruim.

30 dias

Eu cresci ouvindo lá em casa o povo dizer que “tudo que é demais é veneno”.

Eu concordo com a sentença, mas tem uma coisa que foge a regra (aquela coisa da exceção que existe para confirmar a validade da lei): conhecimento. Nunca é demais saber.

Aí, quando eu entrei na faculdade, Waleyshka foi a primeira a dizer: legal, agora você vai ser minha fornecedora para assuntos de mesa de bar. É que ela coleciona assuntos aleatórios para manter as conversas no happy hour mais animadas.

Pois bem.

Aí, vem a parte que explica o título deste post.

Conheci o R. finalmente no dia da feira da Pompéia, 17 de maio último. Digo “finalmente” porque desde o ano passado nossos amigos em comum haviam planejado que a gente se conhecesse e nunca dava certo. Demorou tanto que eu me esqueci dele. E, então, os astros se alinharam em quadratura com Urano com o Sol na casa 7 e eis que finalmente deu certo, na pizzaria pós-feira.

Papo nerd vai, papo geek vem, chega a hora de ir embora e (manobra, manobra, manobra) acontece de ele me dar carona. Tipo, amigo conterrâneo, como se eu morasse ainda no Jacarecanga e ele em Messejana - sentiu como tinha TUDO A VER os caminhos? </ironia> Pois. Na cara que naquele mato tinha coelho, lebre, ouriço, preá…

No caminho de casa, conversa animada, que se eu fiz jornalismo foi para deixar o entrevistado à vontade. Tudo bem que o diploma não vale mais nada, mas os anos de experiência me ensinaram algumas coisas.

Então, ele me pergunta porque raios eu estou estudando Bio. E, para não começar um discurso sobre porque-eu-cansei-do-jornalismo-e-como-eu-sempre-quis-fazer-medicina-blábláblá, que é longo, chato, amargo e desinteressante, eu me saí com a resposta da Waleyshka:
“para ter assunto na mesa de bar. Por exemplo, você sabia que nenhum ovócito tem flagelo???”

E nessa hora eu gelei. Veja bem, eu sabia onde ia terminar essa explicação, que você vai ler logo abaixo, e estaria mais do que na cara das minhas reais intenções. O famoso “ato falho”. Duvida? Continue a ler:

“Ovócitos, que o leigo chama de óvulo (óvulo é a etapa seguinte do ovócito, após a fecundação) é o gameta feminino. Em nenhuma das espécies onde existem os dois sexos, seja alga, seja planta, seja bicho, esse gameta tem flagelo, que é o meio de locomoção. Já o gameta masculino pode ter ou não. Mas se tem, cabe a ele vir até o ovócito.

Moral da história: esqueça todo o feminismo. Se as leis biológicas dizem que eu tenho que ficar na minha, quem sou eu para querer subvertê-las, não é verdade? A gente tem que ficar bem quietinha, na nossa, sentadinha no oogônio, esperar. Por uma questão obediência aos gens que podem mais que eu.”

- hhhm…. disse R - achei meio injusta essa história.
- Magina! Se a menina for legal, ela dá a dica. Tipo: Poxa, eu ainda NÃO assistir a Star Trek. E aí é só você pegar a deixa.
- Sei…

Dois quarteirões depois:

- Vamos assistir Star Trek???

E, assim, se passaram 30 dias, já.
(Detalhe: a gente não viu Star Trek ainda. Não houve tempo)

O amor é filme

Dá felicidade, dá dúvida, dá dor de barriga.
É drama, aventura, é mentira, é comédia romântica.

Um belo dia a gente acorda e um filme passou pela gente.
E parece que já se anunciou o episódio 2.
É quando a gente sente o amor se aboletar na gente.
Tudo acabou bem,
agora é o que vem depois.
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30 dias e contando.

Living la vida loca

Eu estava aqui pensando… pensando no meu amigo que morreu no mês passado, aos 34 anos. Porque eu ainda não consegui parar de pensar nele e nisso tudo que houve.

Dos muitos clichês que a gente pode dizer sobre isso, o único que não se aplica é dizer que, por ter morrido cedo, ele não aproveitou a vida.

Taí uma coisa que ele soube fazer invejavelmente. Aproveitar cada segundo.

E, por causa disso, eu estou me permitindo algumas “loucuras” também. A gente se segura tanto, né? Acha que nunca vai morrer…